Get lost on the Galaxy Case

quarta-feira, 12 de março de 2014

Dificuldades de se aprender um idioma



Estudar a língua alemã hoje no Brasil é um tanto quanto complicado. São várias as dificuldades encontradas para quem quer aprender ou tem curiosidade sobre a cultura germânica. Primeiro, poucas são as escolas de idiomas que lecionam o curso de alemão, o que gera em alguns casos o problema da locomoção - os alunos têm que se distanciar muito para arranjar uma boa instituição de ensino. Segundo, os livros de gramática geralmente são caros e/ou em outra língua, tais como em inglês, no próprio alemão e, até mesmo em português de Portugal. (http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=610031)

Portanto, buscar informações na Internet que complementam o estudo de Alemão pode ajudar positivamente na compreensão e fluência da língua. Existem alguns blogs muito bons para dar continuidade naquilo que vemos nos livros e/ou em salas de aula, tais como o Aprender Alemão (http://www.aprenderalemao.com/), o Deutsche Welle (http://www.dw.de/aprender-alem%C3%A3o/s-2199), o Estudando a Língua Alemã (http://estudandoalinguaalema.blogspot.com.br/), entre vários outros. 

Outra maneira de criar um vínculo com a língua é escutá-la constantemente. O serviço de streaming facilitou muito a vida dos estudantes de idiomas, pois diversas rádios utilizam o sistema e aí, é possível ouvir o que os radialistas lá de uma pequena transmissora em Berlim está noticiando. Particularmente, eu gosto desta (http://www.radios.com.br/aovivo/Radio-Info-93.1-FM/10875), mas é só checar o site que pode-se encontrar muitas mais.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

[+18] Aquilo que todo mundo faz, mas ninguém comenta

Ela limpa com a mão o sêmen do homem com o qual fez felação. O gordinho resolve tirar o pau pra fora e se masturbar ao ver uma linda mulher no meio de um grande festa. Loucas de amor, duas jovens garotas fazem o melhor sexo de suas vidas, esfregando suas partes íntimas uma na outra.



Essas poderiam ser cenas banais de qualquer filme pornô que ronde as bancas de jornais e/ou estão aos montes espalhadas pela Internet. Não é o caso. Elas referem-se aos filmes de rotação comercial que estão inundando as salas de cinema ultimamente, respectivamente Ninfomaníaca (Lars Von Trier), O Lobo de Wall Street (Martin Scorsese) e Azul É A Cor Mais Quente (Abdellatif Kechiche). Os longas retratam, ora de maneira crua, ora real e sensível, os prazeres humanos.

O que, de certa forma, choca um pouco é a linha tênue que os separam dos filmes pornôs convencionais. Notáveis cenas chegam ao limite do sexualmente visível e o que antes na história do cinema era enquadrado para deixar a imaginação do espectador fluir, agora não dá brechas a ele: é tudo muito explícito.

Lógico que existem truques cinematográficos, como próteses, enquadramentos perfeitos e dublês. E também não sou puritano para dizer que no cinema jamais houve anteriormente tentativas de aproximar o sexo técnico do mais possível do real, Último Tango Em Paris que o diga. Contudo, pasmo em ver, mesmo numa era de Whatsapps e sexo fácil pela Internet, diversos filmes que remontem o prazer sexual artisticamente cada vez mais acessíveis em salas comerciais comuns.

Também não questiono se essa técnica empobrece o teor dramático dos mesmos. Em Azul, por exemplo, as tórridas cenas ficam aquém da trama elaborada para dar atenção exclusivamente às nuances e reflexões das personagens de Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux - mesmo que essas adicionem uma pitada a mais ao filme. 

Azul: sensível aos sentimentos.

As atrizes (e todo o elenco, no geral) dão realmente vida aos seus papéis, trazendo aquilo que, talvez, o cinema francês consegue melhor expressar: o conteúdo humano. Ali estão o medo, a vontade, o prazer, o ciúme e o amor, elementos que fazem a história girar e nunca tropeçar em si mesma. Adèle é uma adolescente que está, aos poucos, descobrindo a paixão e outros desejos dessa fase da vida. Chega até ter um namorado, mas a atração que sente por Emma, uma garota de cabelo azul, parece ser mais forte do que tudo que jamais sentiu antes. E azul, que até então era associado a uma sensação fria e até melancólica, passa a ter um outro significado.

Joe tentando descobrir o que é o amor.

O ar cult dos longas pode ser fortalecido por cenas de sexo pesado e fazer seu próprio marketing, como é o caso de Ninfomaníaca, concebido para ser o Garganta Profunda do século XXI. Os dois filmes, no entanto, nada se parecem. Enquanto um é o clássico do gênero pornográfico, o segundo é uma espécie de drama melancólico, que utiliza de metáforas e questões filosóficas para embasar os motivos da protagonista Joe, interpretada pelas atrizes Charlotte Gainsbourg e Stacy Martin, de ter relações sexuais com diversos homens e se deleitar nos prazeres da carne. Os pôsteres do filme ilustravam os atores, como seus personagens, simulando um orgasmo - uma tática que deve ter levado vários ao cinema.

A esposa interesseira não vai mais usar calcinha dentro de casa e declara greve de sexo.


Inusitado foi ver o longa de Martin Scorsese, O Lobo de Wall Street, recheado de cenas maliciosas e, até, utilizando-se de próteses. O diretor, cujo A Invenção de Hugo Cabret ainda nos compadece com a questão da orfandade e espírito aventureiro, nos revela a devassidão da mente humana associada ao dinheiro fácil. Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) é um corretor que vende ações de empresas pequenas por altos preços, faturando, ilegalmente, é claro, com a ajuda de sua lábia de bom vendedor. Baseado em fatos reais, o filme narra as orgias promovidas pela empresa de Belfort (mas não só isso) a cada momento que se fechava um contrato de 10 mil dólares.


Enfim, o cinema está passando por uma revolução. Talvez não seja mais a hora de grandes produções apocalípticas, invasões extraterrestres ou raças de outro mundo, pelo menos, não por hora. Caminhamos, porventura, por uma trilha que ronda mais pelo labirinto dos prazeres sexuais do que épicas trilogias de tiroteios, chacinas e carros voadores. Talvez o público cresceu e está mais safadinho, querendo ver mais aquilo que todo mundo faz, mas ninguém comenta. Aquilo que as pessoas se deleitam e pelo o que são maníacas.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Tanto na Crônica como no Teatro, Nelson Rodrigues retratou a nacionalidade

O texto abaixo é de minha autoria, como parte integrante da nota de Jornalismo Impresso da minha Universidade. Sou um leitor assíduo de Nelson Rodrigues e acredito que o dramaturgo ajudou a construir uma identidade cultural na sociedade brasileira. Sua obra, riquíssima em personagens profundos e questionadores, permeia os males já há muito conhecidos da humanidade, só que com a característica da situação se passar exclusivamente no Brasil, mais precisamente no Rio de Janeiro, centro intelectual, vou assim dizer, do país:


Como disse o filósofo Sartre, no livro “Em Defesa dos Intelectuais” (1994: 59) referindo-se ao jornalista noticioso, ele afirma que “escrevente se serve da linguagem para transmitir informação”, e faz um parâmetro com o escritor literário, dizendo que “é um artesão que produz um certo objeto verbal através de um trabalho sobre a materialidade das palavras, tomando como meio as significações e como fim o não-significante”.

O mundo do jornalismo é bem mais amplo do que reportar a notícia com o fato em si. A arte jornalística transcende essa limitação e esbarra-se muito confortavelmente na literatura, onde encontrará uma fonte inesgotável de ideias e reflexões. Sendo tão mais profunda a sua função social, alguns jornalistas criam o dom de transformar qualquer fato cotidiano simples numa imersão a um mundo de sentidos e vontades, tal como Nelson Rodrigues.

O jornalista nasceu em Recife no ano de 1912 e mudou-se para o Rio de Janeiro, então capital federal, com sete anos de idade. Nelson Falcão Rodrigues teve contato com o jornalismo desde menino, profissão que seu pai exercia e decidiu seguir seus passos. Conheceu o sucesso com suas peças de teatro – Vestido de Noiva, de 1943, é considerada marco zero do modernismo teatral brasileiro – e teve uma promissora carreira jornalística, atuando como cronista e comentarista. Fazendo um quadro um tanto quanto farsesco da sociedade brasileira da época, o dramaturgo retratou a burguesia carioca como nenhum outro o fez.

Minha coleção Rodriguiana, composta por 7 peças e antologia de contos
Eternizadas no livro “A Vida Como Ela É...”, as crônicas que o amante do Rio de Janeiro escreveu satirizavam a vida carioca ao mesmo tempo em que chocavam com a sociedade. Como o brasileiro tem costume de se autodefinir vira-lata, de nunca se valorizar, o dramaturgo tocava em assuntos como traição, deboche, ironia e escracho – tão puramente nacionais -, pois ele acreditava que dessa maneira suas palavras ficariam presas na mente das pessoas.

Uma das coisas que ele mais lutou e escreveu apaixonadamente era sobre futebol e as seleções que jogaram na Copa. Ele os apoiava, demonstrava sua paixão como ninguém através de crônicas que ficaram famosas no jornal Última Hora.

Nelson imprimia em seus personagens características puramente nacionais, que eram um espelho da condição das pessoas que estavam ao seu redor. “O dramaturgo refletiu o que viveu. Saiu de Recife e foi pro subúrbio carioca muito jovem. Muitas das suas características não se revelam apenas através do sexo e da traição, a morte também está muito envolvida em todos os seus trabalhos, inclusive no teatro”, afirma Raquel Brandão Inácio, repórter da revista Caras e formada em jornalismo na Universidade São Judas, em 2012, com projeto de Iniciação Científica sobre a obra de Nelson.

“Acho que a sociedade de antes se chocava muito, ainda mais quando o tema era a sexualidade, porém hoje, apesar de mexer com as pessoas, acredito que elas têm uma dimensão diferente do que o autor retratava. Embora escondamos algumas verdades, elas ainda existem e o mérito de Nelson, talvez, foi o de escrever sobre essas verdades e expô-las em sua obra”, finaliza Raquel.

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PS: Sim, voltei definitivamente com o blog Galáctica. :)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Pensamento e ato como forma de libertação dos valores morais e éticos

Eis que nem sempre os nossos atos se igualam aos nossos pensamentos. O pensamento, enquanto forma intocável, sem forma e obscura da profundeza humana, possui n camadas que se contrapõem e são concomitantemente paradoxais. Quer dizer, ato e pensamento são coisas distintas, embora saiam do mesmo núcleo intelectual. Ato é aquilo ou algo que terceiro veem e o pensamento é aquilo ou algo que apenas o eu interior é capaz de perscrutar e, muitas vezes, não o decifra.



Ação e reflexão são um dos pontos chaves do livro "Crime e Castigo" de Fiódor Dostoiévski (Moscou, 1821-1881). O escritor russo vagueia pela mente humana criando em seus personagens reflexões, cujo aspecto informe, mas questionador leva o leitor a meditar sobre a razão e ética enquanto ainda presas no pensamento.

O protagonista, Raskólhnikov, ex-estudante de Direito, que vive no subúrbio de Petersburgo sofrendo as mazelas de uma classe pobre e sem recursos, se vê na razão de assassinar a senhoria usurária a quem penhora seus últimos objetos de valor. Ao cometer o homicídio, Raskólhnikov sente-se completamente no direito de tê-lo feito, pois acredito que há dois tipos de pessoas: as ordinárias e as excepcionais, este grupo ao qual, obviamente, ele se encaixa. Assim, estaria isento das normas da Lei e de todas as outras arbitrariedades.

Não obstante com apenas essa face da personagem, Dostoiévski molda ainda mais a personalidade grosseira de Raskólhnikov, enxertando emoções que não condizem com sua pessoa vil e calculista. Ao descobrir que o bêbado com quem fizera amizade um dia no bar, Marmieladóv, morreu atropelado, dá seus últimos rublos à viúva do homem e à sua filha mais velha, que acabara por se tornar prostituta para ajudar a família carente.

Assim a pessoa de Raskólhnikov perambula por dois pólos distintos, o da avareza e o da gentileza - o que não o isenta, ao viver em uma sociedade, de qualquer lei que possa infringir direitos individuais de terceiros. O ex-estudante acredita apenas em sua soberania perante outros, e isso, por alguns momentos, deixa o leitor confuso com caminho percorrido pela personagem - não que isso destrua a longa narrativa dialogada escrita por Dostoiévski, pelo contrário, leva o leitor a uma viagem ao submundo da mente, onde o órgão que comanda é o coração, com suas próprias razões e motivos. O coração, sendo apenas impulso primitivo, não estende laços com valores morais e/ou éticos, por isso precisa ser comandado pelo cérebro. Raskólhnikov age pelo coração, logo, se torna vítima de suas próprias ações porque o que está em jogo é o poder da razão e não da vontade.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Morte: Efêmera ou Eterna?

Atualmente, tenho percebido uma grande quantidade de séries e músicas que têm como base inspiratória a morte. O seriado "The Walking Dead" ou o emblemático álbum "Born to Die" da cantora americana Lana Del Rey são provas afetivas disso. Morrer está na moda.

Personagens do famoso mangá/animê Death Note: Para morrer, basta que se escreva o nome de alguém num livro

Mas não é morrer de qualquer jeito, eu estou falando da morte pela Arte. A busca por si mesmo começa quando se morre por motivos maiores e entregamos nossa alma àquilo que está acima de nós, ao nosso intuito criador, ao subconsciente de nossas amplitudes, faculdades. Por isso, vários artistas buscam nesse sombrio tema recursos para embasar e embelezar sua tão-adorada arte.

Grande destaque da Fox dos últimos anos, o seriado arrasa-quarteirão "The Walking Dead" leva o tema a fundo. Nele, sobreviventes de um apocalipse zumbi são obrigados a correr pela vida e, mesmo ela sendo tão preciosa, chegam a cogitar (e muito!) a ida para o outro lado da força. Rick Grimes é um tira que acorda de seu coma - fruto de um tiro de arma em seu abdome em uma corrida policial - e se depara com um mundo onde os mortos assumiram o controle. Os zumbis estão sedentos por carne humana e basta que um deles te dê uma pequena mordida para você se tornar igual a eles.

Logicamente, a busca pela sobrevivência é um caminho tortuoso e o tempo de descanso não é suficiente para aguentar mais uma jornada noturna, o que acaba tornando a morte a tábua de salvação dos personagens. A morte interna (classificarei assim) também aparece. Eu a defino como a mudança dos sentimentos, o conteúdo interior de alguém que se esvai e torna-se algo diferente. O personagem, nesse caso, morre ao sofrer as agressões externas do ambiente e sua personalidade muda, como é o caso de muitos deles, mas não entrarei em detalhes do enredo.


Rick, com o revólver, e sua trupe em The Walking Dead

No entanto, os conflitos em TWD vão bem além disso, explorando os relacionamentos familiares, amorosos, dando espaço para a vingança e o ressentimento, mas sem jamais ultrapassar a linha que coloca a morte como foco principal da trama. Eu vejo a morte neste seriado como uma mudança, seja ela boa ou ruim, depende dos olhos de quem por ela é vista. Morrer faz parte, a única opção é adiar um pouco, talvez muito, a nossa ida para o outro mundo.


A Morte na Música

Com a ascensão dos hipsters e os visuais cadavéricos da Gaga, a música, como nunca, também está fazendo uma grande ode à morte. Rihanna já dava algum indício da sugestão - de uma maneira repaginada - da morte na música, com o seu "Rated R", lançado em 2009. Em "Russian Roulette", fez essa brincadeira assassina e acabou morrendo no videoclipe. Mas longe de ter uma relevância no cenário musical, quem realmente trouxe à tona o tema sombrio de uma maneira comercial e interessante foi a mulher conhecida como Lady Gaga.

Lady Gaga e o modelo Zombie Boy no clipe de "Born This Way"

Ao enveredar pelo mundo da música, os temas das canções de Gaga bebiam da fonte pop-convencional, ou seja, baladas, sexo, dinheiro, feminismo, etc., etc.. Foi com o relançamento de seu 1º álbum, agora rebatizado de "The Fame Monster" que a nova-iorquina mudou o estilo que estava construindo. Mais precisamente com o videoclipe "Paparazzi", Gaga deu o pontapé inicial para falar sobre morte. Nele, ela é jogada da varanda pelo suposto namorado/ficante/amigo colorido, quase morre e acaba retornando à sua casa de cadeiras de roda e, ao final, acaba assassinando seu parceiro.

A cantora chegou a afirmar em uma entrevista que estava muito focada no tema "morte artística" ou "morte do artista". Ela queria explorar isso ao máximo, uma vez que, beleza e fama são passageiras, a morte é eterna. Gaga seguiu matando personagens em seus vídeos por toda a Era Monster (o homem queimado em Bad Romance, as pessoas no bar em Telephone e um caixão aparece em Alejandro).

Nas letras, principalmente, Gaga dava o toque macabro ao seu disco. Em "Dance In The Dark", cita o nome de diversos artistas que morreram de forma abrupta, ora brutais, como Marilyn Monroe e Princesa Diana, além de outros. Em "So Happy I Could Die", uma Gaga imensamente contente não teme a morte e para ela, está tudo bem, isso é aceitável.

Uma novidade mais recente na música, a cantora hipster-pop (?) Lana Del Rey é tão racional e cética ao ponto de escrever na letra de sua música a afirmação de que nós nascemos para morrer.


Lana em "National Anthem"

Canções embaladas por suaves melodias, uma voz doce, mas ao mesmo tempo, pesada, Lana adquiriu com seu trabalho uma legião de fãs que se identificaram com as letras melancólicas e depressivas, amorosas, porém pessimistas. E ao, contrário de Gaga, que só mata, Lana "morre" em seus videoclipes, como é o caso da faixa-título de seu álbum, "Born to Die".


A garota, no entanto, tenta revelar um lado mais idealizado da morte. Ela a afirma como algo bom, que nos elevará, um processo irremediável, final, mas belo, lúdico e poético. Lógico que combinando com o seu estilo femme fatale.

A morte possui diferentes aspectos nos meios pelos quais ela é transformada em arte. Em pinturas da idade média (vide o Romantismo e todos os outros ismos que vieram antes dele), a indesejável é associada à beleza, esta por ser algo fugaz e efêmero. Em séries de TV mais realistas, ela é algo ruim, pesado, triste. Em outras formas de arte, ela pode estar relacionada com a mudança, no torna-se algo ou alguma coisa melhor. Tem também a morte através das lentes da religião, mas isso é um outro tópico que precisa de uma dissertação mais aprofundada e clara. E é claro, cada um tem a sua opinião sobre esse fatalidade dos seres vivos. Qual é a sua?

Para finalizar, o vídeo-ícone do cinema de suspense, "O Sexto Sentido" (1999) é um filme para ser assistido uma vez, por isso, se ainda não o assistiu, faça-o! Mas só uma única vez. O final explica tudo.